16o. Encontro de Casais
22 – 24/Outubro
16º Encontro de Casais
Caldas Novas
Maiores informações clique aqui.
Encontro de casais
Este ano estaremos realizando a 16ª edição do Encontro de Casais Elo Conjugal, que desde 1993 vem marcando a vida de muitos casais com um renovo de Deus nas famílias.
O tema do encontro é “Um só coração”, e temos certeza que será uma benção para o casal.
O Pacote
Hotel 4 estrelas com duas diárias completas, iniciando na sexta-feira após as 13hs, até domingo às 13hs.
Local
Hotel DiRoma Fiori – www.diroma.com.br
1ª resposta
Eu estava em uma sala de aula onde éramos todos pastores participando de um curso especial, quando fomos surpreendidos por um ladrão. Ele entrou na sala empunhando um revólver e dando ordens para que todos entregassem seus pertences. Eu fazia parte do grupo e era a minha primeira experiência com um assaltante. Fiquei meio sem saber como agir, mas pensei: “O que meus colegas fizerem eu também faço”. Um colega pastor, mais destemido disse: “Somos todos pastores e não estamos com dinheiro, temos pouco, mas vamos recolher o que temos e vamos entregar a você. Guarde sua arma”. O assaltante se desesperou quando percebeu que aquele grupo não era formado por empresários e sim por pastores e, nervoso, sem firmeza em sua mão, tremia com arma enquanto disse: “Ai meu Deus! Não posso roubar homens de Deus. Minha avó é crente e vai ficar muito triste se souber que roubei pastores”. Então o colega pediu que ficasse calmo enquanto uma coleta fosse feita entre todos. Cada um contribuiu com um pouco e o dinheiro foi entregue ao ladrão e ele guardou seu revólver e saiu correndo.
Mesmo os ladrões se tornam sensíveis diante de uma mãe, um pai ou uma avó que exercita a fé em função de sua vida.
Os pais podem ganhar seus filhos para Cristo através de suas orações. Hoje meu filho conversou comigo a respeito de sua própria conversão. Ele disse que nós o ensinamos e demos testemunho a respeito de Cristo enquanto ele estava sob nossos cuidados, mas quando se tornou jovem teve sua própria decisão independentemente de nós. Creio que eu nunca havia comentado o que se passava nos bastidores de nosso lar: Durante cinco anos eu dedicava uma hora de oração diária e em meu quarto, com a porta trancada e chorava na presença de Deus, muitas vezes com minha testa no chão. Meu esposo durante todos os dias desde que eles nasceram levantava durante a noite e orava por cada um com sua mão sobre suas cabeças. Ali ele repreendia as más influências, o comportamento duvidoso, as reações agressivas e qualquer possibilidade do inimigo tocar neles. Nós havíamos dedicado nossos filhos a Deus quando ainda eram crianças e estávamos sempre dizendo isso para Deus: “Senhor, não criamos filhos para o mundo e nem para nós mesmos. Nossos filhos são teus, portanto, observe os caminhos que eles estão escolhendo”. Muitas vezes chorávamos na presença do Senhor repetindo essa dedicação e de uma forma muito radical dizíamos que preferíamos que Deus os levasse a vê-los se perdendo no mundo.
Chegou o momento da decisão de cada um e eles fizeram a melhor escolha. Foram anos nos quais estive ajoelhada aos pés do Senhor, conectada ao meu esposo em uma fé firme, sem jamais pensar em desistir. Naquele tempo meus filhos iam à igreja regularmente, mas sabíamos que ainda necessitavam de uma experiência real com o Senhor.
A fé age nos bastidores. Os filhos não vêem e nem imaginam o que os pais estão gerando no silêncio a nas longas noites. Fé é crer no que não é lógico, no que não vemos. Fé é crer na esperança. Tenho acompanhado alguns pais que estão hoje vivendo aquele momento que um dia vivi. Observo sua determinação em fé e aguardo junto com eles a sua vitória.
“A esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê como o espera? Mas se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos.” Rm 8.24-25.
Coisas que aprendi com meu pai
Muitos dos leitores do site conheceram o Pr. Waldemar Torres e foram influenciados em suas vidas por ele. Mas ninguém foi mais do que nós, seus três filhos. Volta e meia conversamos sobre estas coisas e nisso, tem aumentado em nosso coração o desejo de compilar algumas grandes lições que aprendemos com ele, que foi nosso discipulador e modelo. Esse projeto nasceu de forma expontânea nesta série de textos que contamos passagens de nossa vida ressaltando algumas dessas lições.
Antes que entendam como uma exaltação desmedida, nós também o conhecemos na profundidade dos seus defeitos. As vezes ele era estressado demais, falava menos do que ouvia e não era dado a discutir opiniões contrárias. Tinha o hábito de nos fazer chorar na quadra de futebol, quando éramos pré-adolescentes, mas isso contaremos em outra história. Mas nada disso sobrepuja aquela que é a sua principal característica lembrada por nós, seus filhos: ele era um homem de Deus, 24 horas por dia, até o fundo de seu ser. Pelos retornos que temos recebido, essa também foi a característica que ficou marcada para muitos.
Alexandre Torres
Clique nos links abaixo para ler os textos.
A kombi, o cordeiro e o shampoo
Líderes
O Ministério Elo é conduzido pela nossa família com o apoio direto de alguns irmão.
Liderança
Pra. Noeme de Souza Torres
Bispa do Ministério Luz para os Povos, tem sob sua cobertura as igrejas do Jd. Guanabara, Vale dos Sonhos e Recanto do Bosque, todas em Goiânia.
Alexandre e Patrícia Torres
Membros da Igreja Presbiteriana do Guará II, em Brasília, são pais de três filhos e ministram para casais.
Pr. Cristiano e Luciana Torres
Pastores da Igreja da Família – Ministério Sal da Terra em Goiânia, pais da Analú e aguardando o próximo neném.
Pr. André e Cibele Torres
Pastores, juntamente com a Pra. Noeme, da Igreja Luz para os Povos do Jd. Guanabara, em Goiânia e pais da Lízia e Hadassa.
História
Em 1998 o Pr. Waldemar e sua esposa Noeme receberam um chamado especial do Senhor para desenvolver um trabalho de restauração de casais e, conseqüentemente, de famílias. Estavam nessa época com dezoito anos de casados. Em obediência a Deus seguiram rumo ao chamado que o Espírito Santo ia acrescentando em seus corações.
Começaram a obra com casais e os milagres foram acontecendo dia a dia. Lançaram a primeira apostila Elo Conjugal em 1995, e desde então, foram presenciando as transformações nos casamentos. Trabalharam juntos nesse ministério durante dezessete anos levando para todo o Brasil a esperança da transformação nos relacionamentos familiares.
Hoje o Pr. Waldemar já não está conosco, pois o Senhor o recolheu em 26 de agosto de 2005, mas deixou uma geração preparada e com o mesmo propósito no coração, dando continuidade ao seu sonho. Noeme, juntamente com seus três filhos e respectivas esposas, tem preparado novos líderes, fornecendo material e orientação.
Nesses anos, desde o lançamento da primeira apostila Elo Conjugal, há um número bastante significativo de líderes que vêm trabalhando com esse material e testemunhando as transformações que presenciam nos casamentos.
Essas pessoas vêm sugerindo o enriquecimento desse trabalho, pedindo que ele se torne mais abrangente usando pedidos como:
“Precisamos de um material para os pais em relação à criação de filhos.”
“Precisamos de algo que oriente os noivos.”
“Sou um jovem novo convertido e quero viver uma vida diferente.”
“Sou adolescente, mas tenho sérios conflitos no relacionamento com meus pais.”
Esses pedidos levaram os líderes do Elo Conjugal a criar o Ministério Elo, que mantém a atuação principal nos casais, mas expande o ministério para criação e filhos, noivos e jovens.
Ser diferente, fazer diferença
Outro dia, enquanto realizava o monitoramento do comportamento do meu filho, perguntei à sua professora como ele estava indo na escola. Ela me fez um relato negativo, que em nada se parece com o comportamento que ele apresenta em casa. Na conversa, eu disse isso a ela e lhe expus nossa visão do menino que ele é, ativo e falador, mas com um coração cheio de bondade e obediente. Quando chegamos em casa meu filho disse: “mãe obrigado por entender como é difícil ser eu mesmo”.
Eu achei a frase muito profunda para um menino de 8 anos, por isso questionei o sentido e ele se explicou, mostrando sua costumeira desenvoltura em descrever seus sentimentos: “Eu sou quem você falou pra professora que eu sou, mas ser bom em casa, onde todo mundo é bom, é fácil. Difícil é ser assim na escola, onde as pessoas são más.”
Ser cristão no mundo em que vivemos: essa é a lição que devo ensinar ao meu filho e que devemos aprender, eu e você.
Ser cristão: um ato de coragem
“E se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Também os pecadores amam aos que os amam. E se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que recompensa tereis? Também os pecadores fazem o mesmo.” Lucas 6:32 e 33
Ser cristão, ser de Cristo, é mais do que ir à igreja, onde todos são “bons”, como diria meu filho. Para ser cristão, para se parecer com Cristo, é preciso a coragem de ser diferente e fazer a diferença.
O pastor André Torres, em seu livro “Segura a Onda – Manual de Sobrevivência para o jovem cristão”, no Capítulo “A Vida Cristã é para Corajosos”, nos conta da experiência de levar a Palavra de Deus em um presídio. Lá, depois de aguardar mais de uma hora até que os ânimos dos detentos se acalmassem, se deparou com um público de setenta homens e, após a pregação da Palavra de Deus, todos entregaram suas vidas a Jesus.
Chamados para fazer a diferença
“Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” Mateus 5:13-16
O Reverendo Rosther Guimarães, pastor da minha igreja, no excelente sermão “O perfil do cristão relevante” (disponível na íntegra no site www.ipgii.org.br), disse enfaticamente: “Faça alguma coisa! Faça a diferença!”. E essa palavra tem ecoado no meu coração.
Quantas vezes nos acovardamos, nos misturamos ao mundo deixando-nos influenciar pelos seus conceitos e opiniões, e assim nos parecemos muito mais com ele do que com Aquele que habita em nós? Fomos chamados para nos posicionar no Senhor e agir conforme Seu santo critério: “E por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo?” Lucas 6:46
O desafio de não entrar na fôrma
“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” Romanos 12:2
Talvez a sua identidade em Cristo não esteja mais tão clara pra você. Você entrou na fôrma do mundo. É tempo de mudar e experimentar viver nesse mundo sem dele pertencer e, assim, ser usado por Deus para fazer a diferença.
Meu filho com apenas 8 anos está enfrentando o desafio de ser cristão, sei que o seu testemunho influenciará outras crianças e um dia, sua geração. Peço a Deus, assim como a oração sacerdotal de Jesus em João 17, que ele não seja tirado do mundo, mas que seja livrado do mal, dentre eles o de não refletir a Cristo todos os dias de sua vida. E você? Qual é o seu desafio? Faça sua oração e experimente ser verdadeiramente de Cristo e mudar o mundo.
“Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo.” II Coríntios 1:12
Chata!
Nossa filha caçula de 1 ano e 9 meses aprendeu a chamar qualquer coisa ou pessoa que lhe aborreça de “chata”. Temos exaustivamente corrigido para que ela não o faça com as pessoas, mas toleramos que ela expresse seus sentimentos nas situações.
Como ela é nossa terceira filha, já temos experiência nessa fase e sabemos como agir, mas algo nos chamou a atenção. Mesmo quando ela não diz a palavra, em alguns momentos ela fala: “mamãe, eu chamei de chata! Diculpa!”
No começo a corrigimos dizendo que ela não havia chamado de chata, portanto, não precisava pedir desculpas, mas logo percebemos que ela dizia isso após alguma ordem, negativa a um pedido, ou um “não”.
Ficamos admirados. Ela está identificando seus sentimentos e pensamentos, o nascedouro do pecado. Está, além disso, os confessando por perceber que não são bons, e se desculpando por eles.
“E dizia: O que sai do homem, isso é o que o contamina. Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem.”
Marcos 7:20-23
Quando é que perdemos a sinceridade no nosso relacionamento com Deus? Quando é que começamos a achar que conseguimos ludibriar o Todo-Poderoso com as nossas belas palavras, ou até reconhecidas obras, enquanto o que está em nosso coração fede a pecado?
A Palavra nos descreve a cena na qual João Batista prega do deserto da Judéia resumindo sua mensagem em: “arrependei-vos porque é chegado o reino dos céus!”, “Raça de víboras quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento”.
No geral, gostamos mais quando os pregadores nos chamam de vencedores, do que quando nos chamam de cobras. Gostamos mais de que nos digam que as coisas irão bem, do que nos confrontem em nossos pecados. Hoje vivemos um evangelho que, em muitos lugares, foca na satisfação do eu e no oferecimento de esperanças fúteis, fugindo do confronto ao pecado e ao tratamento do caráter.
O Senhor mais de uma vez nos diz na Palavra que ele enxerga e se interessa pelo que está em nosso coração, pelo interior e não pelas nossas aparências. Não há como crescer em Deus, sem o arrependimento, sem tratar nosso mais profundo ser e palavras não ditas. Ele nos conhece antes de nós mesmos.
“SENHOR, tu me sondas e me conheces. Sabes quando me assento e quando me levanto; de longe penetras os meus pensamentos. Esquadrinhas o meu andar e o meu deitar e conheces todos os meus caminhos. Ainda a palavra me não chegou à língua, e tu, SENHOR, já a conheces toda.” Salmos 139:1-4
Se formos sinceros diante do Senhor, não nos restará nada mais que nos humilhar, como pó que somos, destituídos de qualquer merecimento; confessar verdadeiramente os nossos pecados, com arrependimento e dependência Dele e esperar que a Sua maravilhosa graça nos alcance.
Por Patrícia Fernanda V. C. Torres“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno.” Salmos 139:23-24
Não temas
Na semana passada nossa filha de 6 anos passou a tarde no trabalho com a mãe, que é advogada e explicou a ela como seria o dia. Disse que precisava escrever um documento, entregá-lo em um cartório, ir a outro lugar para ver um outro documento…e no final de tudo falar com o juiz. Ela perguntou quem é o juiz e a mãe lhe disse que é a pessoa mais importante do Tribunal, aquele que pode resolver os problemas.
A Isabela sempre foi decidida, deixou a chupeta sozinha com um ano e meio e entra em uma loja de brinquedos sabendo o que quer, sem que as outras centenas de brinquedos mudem a sua opinião. Ela é ousada, corajosa; conversa com adultos com desenvoltura, ora quando temos um problema e descansa depois. Portante, assim que a mãe explicou quem era o juiz, ela disse de pronto:
- Mãe, se você precisar, pode deixar que eu falo com ele.
Mesmo a conhecendo tão bem, isso foi surpreendente. A mãe perguntou como ela saberia o que falar e ela disse:
- Eu vou ouvir o que vocês conversarem antes, então eu vou saber se falo “por favor dê o papel pra minha mãe “, ou “minha mãe está certa”, ou “escreve isso para ela…”
Ficamos boqueabertos, pasmos, e admirados de sua coragem. Lembramos então, da Palavra do Senhor que nos veio à mente e ao coração e novamente fomos ministradaos por Ele através de um de nossos filhos.
Por diversas vezes o Senhor nos insta a não temer, a ter coragem. Por 537 vezes a expressão “não temas” aparece nas Escrituras. Uma coragem fundamentada não em nós mesmos, que nada temos ou podemos fazer, mas no Deus Todo Poderoso.
O medo nos amarra, impede o nosso caminhar
Dizem que o medo é uma emoção paralisante, que nos faz avaliar mal as situações. Em Mt 14:26 vemos que os discípulos viram Jesus caminhando sobre as águas e “…ficaram aterrados e exclamaram: É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram”. Esse texto é intrigante porque os discípulos conheciam Jesus e já tinha visto seus milagres, mas de repente começam a gritar e, como crianças, passam a ter medo de assombração! O medo tem dessas coisas.
Quando a vida nos amedronta, frequentemente abandonamos nossa experiência vitoriosa com o Senhor, e passamos a nos desesperar e chorar como crianças, mas na Bíblia, o medo é para os inimigos de Deus que o temiam. Para seus filhos, Deus promete coragem e força
“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.” Isaias 41:10
A coragem nos leva ao Senhor
Você tem medo do futuro? Quem não tem? Outro dia assisti a uma palestra de uma escritora que dizia que após lançar um bestseller as pessoas passaram a perguntar: “você não tem medo de nunca mais repetir esse sucesso?”. Ela respondeu: “claro que tenho. E antes disso tinha medo de nunca fazer sucesso. E amanhã terei outro medo”. Essa incerteza faz parte da vida. E se o próprio Deus te dissesse que tudo te iria bem, você ainda precisaria de coragem?
O texto de Js 1:1-9 pode ser visto como um discurso sobre a coragem. Deus explica para Josué a missão que estava à sua frente (vs. 1-2), promete que tudo iria bem (v. 3-5) e após dizer que seu futuro está garantido manda ele ser corajoso. Mas, se o futuro está garantido, por que Josué precisaria de coragem?
“Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares.” Js 1:7
A coragem que devemos ter é a de cumprir os mandamentos de Deus e andar no Seu caminho no meio de um mundo depravado e caído. A coragem de não nos deixarmos cooptar pelas facilidades do pecado ou pelas ofertas do mundo. De não nos desviarmos. Aí sim, o Senhor nos honra com a sua misericordiosa aliança.
E uma coisa a mais: o Senhor já te disse que tudo na sua vida irá bem:
“Até os cabelos de vossas cabeças estão contados. Não temais!” Lc 12:7
“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Rm 8:28
E por fim, quando Deus reforça seu mandamento, finalizando seu discurso sobre a coragem:
“Não tú mandei eu? Se forte e corajoso. Não temas nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.” Js 1:9
Vida dura
A vida é dura! Essa expressão é rotineiramente usada e ouvida, e, sem sombra de dúvida, verdadeira. Dura pelas dificuldades, dissabores, tristezas e aflições que enfrentamos diariamente. Essa afirmação não é pouco cristã, pelo contrário, é encontrada por diversas vezes na bíblia. Uma dessas encontra-se na segunda parte do versículo 33, capítulo 16, do livro de João:
“no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.”
Jo 16:33
Não é uma opção não ter aflição, porém, temos o Senhor Jesus conosco e, no seu infinito amor, ele nos deu os relacionamentos que nos ajudam a enfrentar a vida.
O casamento assim como estabelecido pelo Senhor Jesus é a melhor receita que se pode existir. A melhor ajuda. A maior expressão do Seu cuidado.
Infelizmente observamos que o potencial desse relacionamento nem sempre é aproveitado.
Alguns homens acreditam que não devem “preocupar” suas esposas com “seus” problemas.
Eles chegam em casa arrasados, tristes, abatidos, com dificuldades financeiras e profissionais, mas acreditam que suas esposas, principalmente se essas não tem um trabalho remunerado, não podem ajudar. Por isso se fecham e se enclausuram. As esposas por sua vez, se sentem excluídas, menosprezadas…
E o distanciamento se estabelece, lançando fora qualquer possibilidade de aconchego e amor. Que desperdício!
Você se lembra de uma propaganda veiculada na televisão que dizia que um objeto era comprado com um dado cartão de crédito, mas que algo como abraçar seu filho não tem preço?
O dinheiro pode até solucionar seu problema, comprar uma paz momentânea, mas não tem preço poder dividir a sua vida com o seu cônjuge, na alegria e na tristeza. Isso é presente de Deus pra você. Melhor que eu, a bíblia argumenta em prol dessa unidade:
“Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará? E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.”
Eclesiastes 4.9-12
